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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

PASSAGEM MAIS CARA EM 2009

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PASSAGEM MAIS CARA EM 2009

Governo aumenta a passagem do Transcol às vésperas do Ano Novo!

Em pleno dia 31 de Dezembro de 2008, o Governo do Estado convocou uma reunião do Conselho Tarifário da Grande Vitória para reajustar o valor da passagem do Transcol, Seletivo e Mão-na-roda. A nova tarifa vai de R$1,90 para R$2,00 a partir da segunda-feira (05/01).

Crise mundial, aumento do Dieesel, reajuste salarial, nova frota, expansão do sistema, manutenção da bilhetagem e outras desculpas saem das bocas gananciosas para justificar o novo aumento. Todo ano é a mesma história e quem paga é sempre o trabalhador.

Mesmo com o aumento de passageiros “pagantes de passagem integral” em 39% (Dados da CETURB), a redução de 40% de passageiro da meia passagem, a arrecadação extra que se tem com a bilhetagem eletrônica e um aumento de 13% na arrecadação do Sistema de 2007 para 2008, os tubarões do transporte não estão satisfeitos e querem que os trabalhadores e estudantes paguem mais.

São ônibus lotados todos os dias, péssimas condições de transporte, má ventilação, limitação de horários até a meia noite, redução da frota nos finais de semana. E a solução que Paulo Hartung dá para o povo é outro reajuste.

A passagem custa R$2,10 (R$1,90 mais 20 centavos de subsídio) e subirá para R$2,25, sendo que o governo dará 44 milhões de reais de subsídio para que paguemos “apenas” R$2,00 na roleta, mais um assalto aos cofres públicos e aos nossos bolsos.

A pior das noticias foi as Centrais Sindicais (CUT e Força Sindical), a FAMOPES (Federação dos Movimentos Populares do ES) e o SINDRODOVIÁRIOS votarem a favor do reajuste e apoiarem o governo e os empresários nesse ataque aos trabalhadores, e somente os representantes estudantis votaram pelo congelamento da tarifa.

Contrariando o discurso demagógico do Presidente Lula, a crise já está afetando o povo pobre e vai ser cada vez pior. Se os trabalhadores e estudantes não se mobilizarem seremos nós que pagaremos a conta de mais esta crise.

O Movimento Passe Livre denuncia publicamente esse golpe de fim de ano armado por Hartung, rejeita este novo aumento da passagem e convoca os trabalhadores e estudantes a se mobilizarem contra este ataque às nossas condições de vida.

2009 mal começa e já sabemos como será difícil de se viver se não resistirmos.


Pule a Roleta – Por uma Ano Novo sem catracas!

Contra o Aumento-Reveillon! 1,90 já! (é vergonhoso exigir isso)

Passe Livre para Estudantes e Desempregados

Fim do Subsidio

Estatização do Sistema de Transporte


Saudações Passe-livristas

OUTROS LINKS:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2008/12/45253-presente+de+fim+de+ano++passagem+do+transcol+aumenta+para+r+2+00.html

terça-feira, 1 de julho de 2008

O MPL e a luta por transporte público

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A luta por um transporte coletivo, público e de qualidade, atualmente, está articulada principalmente com a reivindicação de passe livre para estudantes. Os empresários do transporte coletivo durante muito tempo tentaram caracterizar a luta dos estudantes como um movimento corporativo, que causaria ainda mais gastos para a sociedade, o que foi prontamente rebatido através das lutas do MPL – Movimento Pelo Passe Livre – que é composto em sua maioria por estudantes. Porém não devemos nos esquecer, ou confundir, pois o MPL não é somente um instrumento de estudantes para fazer suas próprias reivindicações, como a do passe livre, isolado do contexto de exploração que sofre não só o estudante, mas toda sociedade com o atual modelo econômico. A reivindicação do passe livre para o estudante, se articula, junto com o MPL demais movimentos sociais e outros segmentos de nossa sociedade, ao contrário do querem fazer crer a burguesia e os empresários do transporte público e defende profundas mudanças no transporte coletivo, que deveria ser público. O MPL, os estudantes e demais movimentos sociais, defendem uma bandeira muito maior, que é o fim da “privatização” do transporte coletivo, que se faz por meio das permissões públicas onde o estado, responsável pelos serviços públicos, delega-os a grupos privados para que o prestem à população. Entretanto, em mãos privadas o objetivo já não é mais o atendimento de qualidade, e sim o lucro, que além de encarecer e precarizar, ainda envolve o serviço no jogo sujo dos financiamentos de campanha que não passam da compra dos governantes. Assim, a luta pelo passe livre engloba, desde a justa e necessária bandeira dos estudantes, a defesa do transporte público, gerido pelo estado e pela sociedade organizada, transporte de qualidade, com respeito aos seus usuários, com segurança, conforto, transporte em que a população pague pela manutenção, expansão e qualidade do serviço prestado. Não como acontece no sistema atual, neoliberal, onde pagamos os lucros ascendentes de uma burguesia podre, que lucra às custas da desgraça do povo. Essa é a luta dos estudantes, dos trabalhadores e da população em geral. O respeito na volta pra casa depois do trabalho, a garantia de ir para escola, uma alternativa ao trânsito caótico, esse é o transporte público que defendemos. Essa é a luta do MPL e dos movimentos sociais, pelo coletivo, pelo público, por todos. E entendemos que neste novo sistema onde o que vale é o bem da sociedade, o passe livre é viável, não só viável como obrigatório. Livre acesso a educação, cultura, e conhecimento para todos. Por uma vida sem catracas.

Bruno Massólio militante do MPL & Ruy Barbosa Jr. do Conselho Conselho Municipal de Educação de Vitória - COMEV

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Estudantes protestam por passe livre em Campinas

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/ Cosmo On Line

(28/05/2008) - Cerca de 300 secundaristas da rede pública protestaram na manhã desta quarta-feira em Campinas. Eles sairam de diversos bairros em direção ao centro da cidade. Os estudantes se encontraram, por volta das 8 horas, no Largo de Rosário, de onde seguiram em passeata pela Avenida Francisco Glicério, seguiram pela Rua Conceição até chegar na Avenida Anchieta, em frente à Prefeitura Municipal de Campinas, onde vaiaram o prefeito Hélio de Oliveira Santos.

De lá, os estudantes prosseguiram a passeata pela Rua Barreto Leme e Avenida Júlio de Mesquita e se aglomeraram no Centro de Convivência Cultural e invadiram o Teatro de Arena onde protestaram gritando palavras de ordem. A manifestação durou até por volta das 11 horas.

Os secundaristas protestam por melhorias no ensino e pelo passe livre.

A Polícia Militar, agentes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Guarda Municipal acompanharam a passeata para orientar os motoristas. Não foi registrada nenhuma confusão.


http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=226992

domingo, 25 de maio de 2008

LUÍZ EDUARDO MERLINO PRESENTE, AGORA E SEMPRE!

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Processo da família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em 1971 no DOI-CODI de São Paulo contra o coronel Brilhante Ustra

A família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em 19 julho de 1971 nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo, está movendo uma ação declaratória na área cívil contra o coronel reformado do Exército, Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido também como Capitão Tibiriçá.

A ação meramente declaratória, de ocorrência de danos morais, subscrita pelos advogados Fábio K. Comparato e Anibal Castro, não pretende nenhuma indenização pecuniária. Angela Mendes de Almeida, ex-companheira do jornalista e Regina Merlino Dias de Almeida, sua irmã, pretendem apenas o reconhecimento moral de que ele foi morto em decorrência das terríveis torturas que sofreu nas dependências do DOI-CODI de São Paulo pelo coronel Ustra.

O coronel Ustra foi comandante daquele destacamento de outubro de 1969 a dezembro de 1973. Durante esse período estiveram presas cerca de 2 mil pessoas. Entre elas, 502 denunciaram torturas e pelo menos 40 foram assassinadas. Entretanto os advogados do coronel Ustra apresentaram um recurso, acolhido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, até que se decida se ele deve responder por atos do período da ditadura militar ou está coberto pela Lei da Anistia. Enquanto esse recurso não for julgado o processo não poderá ter prosseguimento. Apesar de a Lei da Anistia, de 1979, isentar de culpa os agentes públicos que cometeram crimes no período da ditadura, a Constituição, de 1988, diz que: A Lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática de tortura. (Atigo 5º, inciso 43).

Carlos Alberto Brilhante Ustra também está sendo processado em uma Ação Civil Pública pelo Ministério Público Federal em São Paulo, que também processa o tenente coronel Audir Santos Maciel. Ambos são ex-comandantes do Doi-Codi de São Paulo. Na ação, o MPF diz que Exército é responsável pelo sigilo indevido de documentos do Doi-Codi de São Paulo e pede que os ex-chefes do órgão sejam pessoalmente responsabilizados pela tortura, mortes e desaparecimentos. Somente com a aplicação desses três princípios - verdade, justiça e reparação - se previne a ocorrência de novos regimes autoritários, pois demonstram à sociedade que estes atos não podem ficar impunes.

A Justiça brasileira é a mais atrasada do continente se comparada a outros países da América do Sul que já condenaram inúmeros agentes da repressão durante os regimes militares.


notícia retirada do Centro de Mídia Independente 23/05/08
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/05/420452.shtml

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Panfleto do ato

5 comentários:
Como prometido 5ª feira ta postado o panfleto... ainda tenho que diagramar mais é isso que eu tava em mente... vou ver se consigo por aqui pra galera baxar... surgiu também a idéia de um mosquitinho! dai eu vou passar pro PC e posto também!!! Falta ainda um título! tava pensando em colocar só "MOVIMENTO PASSE LIVRE", mas se tiver outras sugestões, são bem vindas, se acharem que deve haver alterações no texto a gente discute isso!!! Outra coisa... achei interessante não divulgarmos o dia ainda... colocar pra mais perto!!!

Lembrando da nossa reunião dia 28 as 18 horas la no IC2!!!!
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Panfleto Ato

O caos no transporte público é um fato evidente na maioria das cidades do país, juntamente com a falta de condições que a população brasileira tem de ter acesso à educação (devido aos problemas nas escolas públicas, e principalmente ao preço do transporte público). Os trabalhadores são os principais afetados com essa crise do transporte vivido hoje.

Vimos os trabalhadores lutando por um salário digno, luta essa vencida mais uma vez pelos empresários do transporte, que usarão o pouco que foi concedido para novamente punir a população em troca dos seus lucros. Eles não se importam se o usuário vai espremido e se paga uma passagem de preço exorbitante e abusiva, o que eles querem é lucro e poder.

Convocamos mais uma vez, vocês estudantes ou não, para ir às ruas contestar os abusos da máfia do SETPES. Não vamos permitir que a população seja levada ao matadouro da exploração por nossos governantes, que recebem financiamento desses empresários em troca de mandar e desmandar na política de transporte e fazer da população gato e sapato, fazer de nós escravos em navios negreiros, animais em carro de boi!

Vamos mais uma vez às ruas e mostrar que a voz do povo é soberana e estamos gritando BASTA de exploração, BASTA de caos na nossa cidade!!! E mostrar no dia __ que não estamos aqui pra ficar apenas olhando o que acontece, que somos autores de nossa própria história!

Ato dia: __

Concentração: __

Hora: __

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Posição do MST sobre o pedido de demissão de Marina Silva

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13/05/2008

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou na manhã desta terça-feira (13/05) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na qual pede o seu desligamento do cargo, em caráter irrevogável.

Na nossa avaliação, o governo Lula está em dívida com o povo brasileiro, com os movimentos sociais e ambientalistas em relação à sua política ambiental, especialmente com o apoio ao modelo do agronegócio. Abaixo, elencamos nove pontos sobre o tema nos último período:

1- Foram aprovadas variedades de milho transgênico, que vão trazer enormes prejuízos para toda a agricultura familiar e camponesa. O milho tem uma fertilização aberta, com o pólen viajando a distâncias grandes, o que representa um risco de contaminação de um enorme estoque de sementes crioulas, com base genética ancestral dos povos indígenas.

2- Foram liberadas uma série de obras dentro do chamado PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), especialmente de usinas hidrelétricas, sem levar em consideração os impactos ambientais e sociais, como planos para o re-assentamento das famílias atingidas por barragens.

3- A aprovação da MP-422 legaliza a grilagem de terras na Amazônia em propriedades controladas de forma irregular até 1.500 hectares, quando a Constituição Federal determinada apenas até 100 hectares.

4- O projeto de transposição do Rio São Francisco desconsidera as precauções com a preservação e ignora os impactos ambientais no leito do rio e nos canais.

5- As empresas de papel e celulose implementam projetos para a expansão da monocultura do eucalipto em imensas áreas, desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, desrespeitando a legislação brasileira com a instalação de desertos verdes.

6- A expansão da monocultura da cana-de-açúcar, para a produção e exportação do etanol, trará enormes prejuízos para o meio ambiente, em especial no estado de São Paulo e na região do Cerrado no centro-oeste do país.

7- Não há uma posição clara do governo contra o projeto do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que reduz a área de floresta mínima por imóvel para 50% na região da Amazônia, sendo chamado pelos movimentos sociais de "Floresta Zero".

8- O governo não se empenhou na fiscalização para garantir a aplicação da lei que determina que todos os alimentos transgênicos sejam rotulados com um símbolo para identificação e uma advertência. Com isso, poucas empresas cumprem a determinação legal.

9- As linhas da política para as florestas brasileiras não são claras e, com isso, diversos setores têm duvidas sobre sua eficácia, avaliando que algumas iniciativas podem contribuir para a desnacionalização e privatização de um patrimônio do povo brasileiro e da Nação.

O MST avalia que a ministra do Meio Ambiente Marina Silva tinha posições pessoais contrárias a determinadas definições do governo. Não cabe ao Movimento julgar pessoas, mas analisar com profundidade as medidas tomadas nos últimos seis anos. Nesse sentido, o governo Lula está em dívida com o povo brasileiro em relação à sua política ambiental.

DIREÇÃO NACIONAL DO MST


Leia também a declaração do MAB (Movimentos dos Atingidos por Barragens):


Sobre o pedido de demissão da ministra Marina Silva

O MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) considera que a saída da ministra Marina Silva da pasta de Meio Ambiente é uma perda para os movimentos sociais, ambientalistas e para todo o povo brasileiro. Avaliamos que a ministra tinha posições contrárias à algumas ações do governo prejudiciais à soberania da Amazônia, à agricultura camponesa, aos atingidos por barragens e ao meio ambiente. No entanto, é um bom momento para repensar a política ambiental do governo.

Citamos como exemplo dessa política prejudicial, a liberação das obras das usinas de Santo Antonio e Jirau e de tantas outras hidrelétricas previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), atropelando as licenças ambientais dessas obras; a liberação do comércio de produtos transgênicos, prejudicando a agricultura camponesa; a legalização da grilagem de terras na Amazônia; a expansão do monocultivo de cana-de-açúcar, prejudicando o meio ambiente e fazendo vista grossa para o trabalho escravo praticado nessas usinas.

Independente de quem vá ocupar o comando do ministério, o MAB exige do governo federal uma nova política para o setor, que não sirva aos interesses econômicos das grandes empresas transnacionais produtoras de soja e milho transgênicos, produtoras e consumidoras de energia elétrica, das construtoras de grandes obras e dos grileiros de terra. Exigimos uma política de meio ambiente que se preocupe com a nossa soberania, com os nossos povos e com a nossa natureza.

Água e energia não são mercadorias!

Nota de apoio do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) à greve dos rodoviários no Espírito Santo

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Por meio desta nota, nós, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do ES, viemos demonstrar nosso total apoio à greve dos trabalhadores rodoviários por melhorias nas suas condições de trabalho.

Entendemos, como movimento social de trabalhadores, que somente por meio das lutas concretas de enfrentamento aos patrões e ao capital iremos garantir e conquistar nossos direitos como classe trabalhadora.

Nos solidarizamos, neste momento, com a categoria dos rodoviários que estão sofrendo uma forte criminalização de sua luta pelos grandes meios de comunicação do ES, que tentam colocar a população contra o movimento de greve. Devemos lembrar que os direitos dos trabalhadores sempre foram conseguidos por meio de lutas e mobilizações como essa; e que se existe esse tipo de criminalização é porque as lutas vão contra os interesses dos grupos dominantes, sejam os empresários do transporte, sejam os empresários da grande mídia.

Vale lembrar que se hoje existem cerca de 3000 famílias assentadas do MST no ES é porque lutamos contra os grandes proprietários de terra desse estado, ocupando inúmeros latifúndios improdutivos.

Compreendemos que a mídia nesse estado partilha dos interesses dos empresários e dos grandes grupos econômicos, criminalizando não apenas o movimento dos rodoviários, mas também outros movimentos sociais como o do Passe Livre, do MST e da Via Campesina, bem como todas as lutas de trabalhadores organizados.

Repudiamos todos os atos repressivos de punição que venham a acontecer com essa categoria de trabalhadores, seja por meio dos meios de comunicação, do poder judiciário e da polícia deste estado.

Esperamos que os trabalhadores rodoviários continuem firmes nessa luta e que ela sirva de exemplo para todas as categorias de trabalhadores do Espírito Santo e para todos os movimentos sociais deste estado.

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
Vitória, 14 de maio de 2008